22 de setembro de 2007

Ch-ch-ch-ch-chan-ges

De entre os milhares de chavões borbulhentos que tendem a sobreviver às gerações (Sou uma pessoa muito humana... / Amiga do meu amigo... / A vida para mim é uma festa...), divirto-me especialmente com o inenarrável «Não mudes nunca». Percebe-se que a intenção seja boa, um elogio ao carácter mais que perfeito do outro. Mas o que se diria, sei lá, a um gajo tão porreiro como o David Bowie sem parecer que lhe queríamos arruinar a existência?